

Conheça os docentes do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Educação:
Profa. Dra. Adair Mendes Nacarato
Licenciada em Matemática pela PUC/Campinas, Mestra e Doutora em Educação pela FE/Unicamp. Realizou estudos de pós-doutoramento em estudos biográficos pela UFRN. Foi professora de matemática da educação básica. Atualmente é docente do Programa de PósGraduação Stricto Sensu em Educação da Universidade São Francisco, na linha de pesquisa Formação de professores, trabalho docente e práticas educativas. É líder dos grupos de pesquisa: Histórias de Formação de Professores que Ensinam Matemática (HIFOPEM) e Grupo Colaborativo em Matemática (Grucomat). Participa ativamente da Sociedade Brasileira de Educação Matemática (SBEM – GT 7 Formação de Professores) e Associação Nacional de PósGraduação e Pesquisa (Anped-GT 19 Educação Matemática). É pesquisadora Produtividade do CNPq, nível E.
As pesquisas da Profa. Adair Mendes Nacarato centram-se nos seguintes eixos: 1) práticas pedagógicas de ensino de matemática na perspectiva histórico-cultural; 2) práticas colaborativas na formação docente; 3) investigação biográfico-narrativa, na perspectiva do método biográfico; e 4) formação docente, com foco na agência, identidade e desenvolvimento profissional.
Projetos de pesquisa
Narrativas como processos formativos e constituição profissional
Este projeto de pesquisa, desenvolvido na linha de pesquisa Formação de Professores, Trabalho Docente e Práticas Educativas, no Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Educação, tem como foco os processos formativos de discentes e docentes, a partir da produção de narrativas. O projeto abarca todas as pesquisas desenvolvidas por estudantes de Iniciação Científica, Mestrado, Doutorado e Pós-Doutorado sob orientação da pesquisadora. Objetiva compreender como a narrativa, em suas múltiplas possibilidades, é um instrumento potencializador para a tomada de consciência dos processos de aprendizagem e desenvolvimento. Elenca-se como objetivos específicos: 1) Conhecer trajetórias pessoais e profissionais docentes e identificar quais os incidentes críticos que contribuíram para o desenvolvimento profissional; 2) Identificar, a partir das vozes de professores, seus saberes e práticas no exercício da docência; 3) Buscar por indícios de aprendizagens docentes e discentes em contextos de sala de aula; 4) Compreender como o currículo vivido e praticado pelos professores são constituintes de suas identidades profissionais. As fontes de dados são os diferentes tipos de narrativas: i) narrativas produzidas em contextos de entrevista narrativa ou entrevista conversa; ii) narrativas orais e pedagógicas de professores; iii) narrativas orais e escritas de estudantes; e iv) memoriais de formação. O referencial teórico apoiase na perspectiva histórico-cultural e no método biográfico. As análises dos dados produzidos pautam-se em diferentes perspectivas, a depender do foco de cada investigação: análise compreensiva e interpretativa; análise em mônadas; análise narrativa; análise por incidentes críticos, dentre outras. Espera-se que os dados produzidos pelas diferentes possam ampliar o debate sobre o papel das narrativas como processo formativo na constituição e desenvolvimento humano e profissional. Palavras-chave: Aprendizagem; Desenvolvimento humano; Desenvolvimento profissional; Práticas educativas; Saberes docentes.
Práticas colaborativas para aprenderensinar matemática
O presente projeto vincula-se ao Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Educação (PPGSSE), Universidade São Francisco, na linha de pesquisa Formação de professores, trabalho docente e práticas educativas. O cenário de estudos e pesquisas é o Grupo Colaborativo em Matemática (Grucomat), certificado junto ao Diretório de Grupos de Pesquisa do CNPq, vinculado ao PPGSSE/USF, sob liderança da coordenadora do projeto. O grupo existe desde 2003 e congrega professores da educação básica que se assumem como professores-pesquisadores. Conta com um público em torno de 15 participantes, provenientes de diferentes cidades (Itatiba, Jundiaí, Bragança Paulista, Campinas, Morungaba, Goiânia e Natal) e da Colômbia. O grupo adota a metodologia de pesquisa designada Design Research (também conhecida como Pesquisa baseada em design). Essa metodologia consiste nos seguintes ciclos: estudos sobre uma determinada temática em matemática; elaboração de tarefas para serem desenvolvidas em sala de aula, da educação infantil ao ensino médio; desenvolvimento das tarefas em salas de aula; coleta de registros dos alunos e dos professores, por meio de narrativas pedagógicas; discussão e análise dos registros produzidos; e tomada de decisão sobre as tarefas – reescrita ou composição de um banco de dados do grupo. Todos os ciclos são registrados, por videogravação ou audiogravação e esse material constitui o banco de dados para análises. Palavras-chave: Colaboração. Design Research. Práticas problematizadoras. Formação docente. Narrativas pedagógicas.
Grupos de Pesquisa
Histórias de Formação de Professores que Ensinam Matemática (HIFOPEM)
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Grupo Colaborativo em Matemática – Grucomat
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O professor Allan da Silva Coelho é licenciado em Filosofia pela UniFAI – Assunção (2002), mestre (2006) e doutor em Ciências da Religião pela Universidade Metodista de São Paulo – UMESP (2014). Fez estágio de doutorado no CEIFR-Paris e recebeu menção honrosa do Prêmio CAPES de Tese área Filosofia/Religião. Entre 2018-2019 fez estágio de Pós-Doutorado no Centre d’études en sciences sociales du religieux (Césor), da École des hautes études en sciences sociales (EHESS), França, sob supervisão de Michael Löwy. Pesquisa a crítica à Modernidade na perspectiva descolonial, tendo como eixo a crítica do “capitalismo como religião” na América Latina. É membro do GT Capitalismo como Religião e do GT CLACSO Ética, política e teologia, no projeto “O futuro do trabalho e o cuidado da Casa Comum”. Desenvolve pesquisas sobre o cristianismo de libertação e a educação; educação popular, cidadania e direitos humanos; pedagogias alternativas ao capitalismo; e a relação entre fetichismo e os processos formativos.
Possui graduação em Filosofia (2002) pela Assunção/UniFAI, mestrado (2006) e doutorado (2014) em Ciências da Religião pela Universidade Metodista de São Paulo (UMESP), com estágio de pesquisa de doutorado no CEIFR da EHESS/Paris-França (Programa CAPES-PDSE). Recebeu Menção Honrosa do Prêmio Capes de Tese na área Filosofia/Religião. Realizou pesquisa pósdoutoral (2018-2019) no Centre détudes en sciences sociales du religieux da École des Hautes Études en Sciences Sociales, em Paris, com a supervisão de Michael Löwy. Foi pesquisador no Programa de Pós-Graduação em Educação da UNIMEP (2015-2020). É professor e orientador de mestrado e doutorado no Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade São Francisco USF.
Projetos de Pesquisa
Processos formativos e utopia: relações entre marcos categoriais e educação
O projeto objetiva discutir a relação entre concepção antropológica e utopias: por um lado, tal relação é tradicionalmente associada ao esclarecer àqueles que não perceberam seu estado de ignorância e, por outro lado, implica certa condição da profissão do professor. Nossa chave de interpretação apoia-se na concepção de educação e de seus processos formativos que desde o mundo grego antigo define-se como pharmakon da alma, no duplo sentido de remédio e veneno, visando um processo de modificação do humano. Referenciados nesses elementos da tradição, pergunta-se se há elementos para constituir um certo paradigma ético-mítico de “plano inclinado” que articularia a compreensão de educação, de antropologia e de utopia. Vislumbra-se a possibilidade de um marco categorial de origem mítica-religiosa que, reinterpretado na Modernidade, afirmaria o processo de ensino como uma saída/transformação no modo de ser humano. Pretende-se, a partir da metodologia dialético-compreensiva, aprofundar o estudo geral do marco categorial que, estruturando miticamente o horizonte de compreensão, concederia uma maneira de entender o ser humano, os projetos de sociedade e a educação, do qual depreendemos práticas de ensino. De modo secundário, pretendemos estudar se há reprodução de certa estrutura categorial no ensino atual de Filosofia, isto é, se e de que modo professoras e professores hoje utilizam e/ou reconhecem um esquema conceitual estruturante em sua ação educativa. A proposta é aprofundar no discernimento das formulações entre ensino de Filosofia, antropologia e utopia a partir de concepções de conhecimento como saída e elevação. Também interessa-nos encontrar elementos em teóricos já conhecidos nas práticas docentes do ensino de Filosofia que sejam diferentes deste tipo de paradigma, como por exemplo, parece indicar a obra do teórico latinoamericano Paulo Freire. Que consequências podemos derivar para a concepção de educação, de ensino e, especialmente, de ensino de Filosofia, que se explicitam em práticas formativas e docentes? Que modificações e conflitos seriam identificáveis com a nova proposta antropológica e utópica dos ultraneoliberais de nossa época seja na concepção de conteúdo didática e metodologia de ensino de Filosofia? Como questões derivadas: (1) De que maneira podemos indicar elementos convergentes e divergentes nas diferentes concepções de Filosofia e de seu ensino? (2) Que modificações seriam possíveis nas práticas do ensino de Filosofia a partir da crítica da razão mítica que fundamenta o paradigma hegemônico em vigor? A necessária crítica deste modelo suporia a crítica de sua razão utópica e a experiência de sua superação, a partir de outras formas de pensar o ensino em geral e, especificamente, o ensino de Filosofia.
Grupos de Pesquisa
Fetichismo e Pensamento Crítico, acesse aqui.
Graduada em Fonoaudiologia pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (1989). Mestra e Doutora em Educação, pela Universidade Estadual de Campinas (1996; 2001). Estágio PósDoutoral no Instituto de Educação da Universidade do Minho - PT, na área de Ciências da Educação, na especialidade de Sociologia da Educação e Política Educativa (2018). Estágio PósDoutoral no Programa de Pós-Graduação em Psicologia Escolar e do Desenvolvimento, do Instituto de Psicologia da Universidade de Brasília (2022-2023). Professora na Universidade São Francisco - SP, atuando no programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Educação, linha de pesquisa Formação de Professores, Trabalho Docente e Práticas Educativas e no Curso de Pedagogia (2015-atual). Desenvolve projetos de investigação nas áreas da Educação Especial e Psicologia da Educação relacionados aos seguintes temas: escolarização de alunos com deficiência, relações de ensino, inclusão escolar, linguagem e narrativa, com fundamentação nos pressupostos teórico e metodológicos da psicologia histórico-cultural. 2021). Pesquisadora e vicecoordenadora da Rede Interinstitucional de Pesquisadores de Desenvolvimento Humano, Educação e Educação Especial em Vigotski (REPEDE) e líder do Grupo de Pesquisa Relações de Ensino e Trabalho docente (CNPq). Coordenadora do Projeto de Pesquisa "As crianças com deficiência intelectual e a escola comum: vivências e sentidos em um cenário pós-pandêmico" (CNPq). Bolsista Produtividade CNPq nível E.
Lattes
Orcid
A profa. Ana Paula de Freitas investiga os processos de ensinar-aprender na escola, com foco para as relações de ensino, envolvendo, crianças, adolescentes, professores e gestores escolares. As pesquisas tematizam a relação entre aprendizagem e desenvolvimento, especialmente, no âmbito da educação inclusiva e, também os processos de desenvolvimento infantil, com foco para a linguagem narrativa e a brincadeira.
Projetos de Pesquisa
Aprendizagem e desenvolvimento de crianças, adolescentes e adultos no contexto das práticas sociais escolares
Este projeto temático insere-se na linha de pesquisa Formação de Professores, Trabalho Docente e Práticas Educativas e visa dar continuidade às pesquisas desenvolvidos envolvendo professores e estudantes da Educação Básica ou Superior, com foco na temática do ensino e aprendizagem de indivíduos em suas diferentes rotas desenvolvimentais. Neste sentido, engloba crianças, adolescentes e adultos com diagnóstico de deficiência (intelectual, surdocegueira e transtorno do espectro autista) e, também, crianças em processo de desenvolvimento de linguagem. Tem como objetivo geral compreender como nas relações de ensino ocorrem as condições e possibilidades de ensinar e aprender na escola. Fundamenta-se nos pressupostos teórico e metodológico da perspectiva histórico-cultural do desenvolvimento humano, sobretudo nos estudos de Vigotski e seus comentadores acerca do desenvolvimento infantil (pedologia) e estudos sobre deficiência (defectologia). Com base no materialismo histórico e dialético, Vigotski enfatiza o contexto social, histórico e cultural para se compreender sobre o desenvolvimento humano. Os recursos metodológicos envolvem: pesquisa bibliográfica, situações vivenciadas na escola registradas por meio de vídeo/audiogravação ou relatos narrativos; envolvem também entrevistas com os gestores, professores e/ou crianças, adolescentes e adultos nas diferentes modalidades de ensino (Educação Especial, Educação Infantil, Ensino Fundamental e Educação Superior). Os estudos buscam discutir questões que se colocam como desafios para o contexto escolar contemporâneo: como compreender as condições e possibilidades de aprendizagem de alunos que não estão aprendendo na escola regular? Como tornar as relações de ensino mais significativas? Como ensinar no contexto da diversidade de alunos que frequentam as escolas? Como tem ocorrido as possibilidades de desenvolvimento de crianças e adolescentes considerando o papel do meio como fonte desenvolvimental? O projeto abarca as diferentes pesquisas desenvolvidas no âmbito do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Educação – mestrado, doutorado e iniciação científica, que focalizam, temas como a brincadeira na educação infantil, o impacto do diagnóstico de deficiência no desenvolvimento da criança, caminhos e possibilidades de aprendizagem de crianças com deficiência no contexto escolar, a formação docente inicial e continuada no âmbito da inclusão escolar, entre outros.
Grupos de Pesquisa
Grupo de pesquisa relações de ensino e trabalho docente - gp relações de ensino
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Pós-Doutor em Educação pela Universidade São Francisco (USF-SP- Brasil). Pós-Doutor pela Universidade dos Açores (Portugal). Doutor em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Mestre em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-CAMP). Docente e Pesquisador do Programa de Pós-graduação Stricto Sensu em Educação (USF-SP). Docente na Graduação (USF-SP). Líder do Grupo de Pesquisa sobre Educação e Teorias Críticas Latino-Americanas (GPETECLA). Vice-líder do Grupo de Pesquisa sobre Estudos Foucaultianos na Educação (GPEFE), do Programa de Pós-graduação Stricto Sensu em Educação USF (Certificado pelo CNPQ). Membro do Grupo de Pesquisas Observatório de Políticas Públicas (GPOPP) da Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Campus Cornélio Procópio (UTFPR-CP). Membro Pesquisador do Núcleo Interdisciplinar da Criança e do Adolescente (NICA), da Universidade do Açores (UAc- Portugal).
O professor Carlos Roberto da Silveira desenvolve estudos e pesquisas voltados para os fundamentos da educação, filosofia da educação e tópicos específicos da educação. Este último, junto ao Núcleo Interdisciplinar da Criança e do Adolescente (NICA- UAc. Portugal). Trabalha com o Enfrentamento à Violência Doméstica, o que faz parte do processo de Educação/Aprendizagem Não-Formal e Formal, em conformidade com as Políticas Públicas nas esferas da Justiça, Segurança, Cidadania e Direitos Humanos, em escolas e comunidades. Desenvolve pesquisas na área de Filosofia, com ênfase na Filosofia Clássica Ocidental, Moderna, Contemporânea, juntamente com as Teorias Críticas Latino-Americanas e Epistemologias do Sul sobre as colonialidades, na promoção de debates e ações para a área da Educação, o que envolve questões sobre ética, bioética, constituição do sujeito contemporâneo, decolonialidade, tecnologias, dentre outros, visando promover impactos de natureza, acadêmica, econômica, social, cultural e comunitária.
Projetos de Pesquisa
Educação, teorias críticas latino-americanas e as epistemologias do sul
Este projeto faz parte da linha de pesquisa “Educação, sociedade e processos formativos” do Programa de Mestrado e Doutorado em Educação da USF. Tem por objetivos promover análises e pesquisas sobre a nossa Educação contemporânea através das Teorias Críticas LatinoAmericanas em suas perspectivas históricas, culturais, epistemológicas geopolíticas e filosóficas propostas por pensadores globais sobre a pedagogia crítica, a Filosofia da Libertação, as Epistemologias do Sul e a decolonialidade, isso para se repensar as práticas e as teorias da Educação. Tais teorias representadas por Enrique Dussel, Anibal Quijano, Walter Mignolo, Boaventura Santos, Paulo Freire, Catherine Walsh, dentre outros, apontam para uma pluralidade dos saberes existentes, pedagogias decoloniais e filosofias de libertação que podem contribuir nos projetos mais abrangentes de reconhecimento de outros saberes, de outras formas educacionais, outras culturas (além, das do Norte). Assim, adentra-se no “paradigma da vida concreta”, da práxis de uma Educação contemporânea para a vida, através de uma “ecologia de saberes” para um contexto da Transmodernidade, da alteridade e das decolonialidades do poder, do saber e do ser. Palavras-chave: Pedagogia Decolonial; Decolonialidade; Epistemologias do Sul.
Educação, foucault e diálogos contemporâneos
Este projeto faz parte da linha de pesquisa “Educação, sociedade e processos formativos” do Programa de Mestrado e Doutorado em Educação da USF. Tem por objetivos, pôr em diálogo o nosso tempo presente com o pensamento tardio de Michel Foucault e com a Filosofia Antiga Ocidental. Sabe-se que na “fase tardia”, ou “terceira fase”, Foucault vai às fontes da Antiguidade grega e traz consigo elementos para os pensamentos sobre “O uso dos prazeres” e “O Cuidado de si”. “O cuidado de si” (epimeleia heautou), advém do Primeiro Alcibíades de Platão, que trata de um conjunto de experiências e técnicas que determinado cidadão devia seguir para cuidar de si mesmo. No período helenístico/romano, o cuidado de si adiciona a máxima do “conhece-te a ti mesmo” (gnôthi sauton), mas que não se reduz ao cuidado de si, que será um ideal ético, um projeto de conhecimento, “fazer da vida uma obra de arte”, uma “Estética da Existência”. Sendo assim, este projeto pretende conhecer e investigar alguns pontos primordiais da Antiguidade, da Paideia, ao adentrar nos universos do Logos Mítico, do Logos Filosófico, da Filosofia Présocrática, Sócrática, Platônica, das Escolas Helênicas e Escolas Helênicas-Romana. Em paralelo aos referidos assuntos, pretende-se mergulhar no pensamento foucaultiano, bem como, nas questões que envolvam a atualidade do mundo educacional quanto à decolonialidade do saber, do ser e do poder, isso com o intuito de aprofundar estudos e pesquisas para se pensar a Educação contemporânea quanto às teorias educacionais, às práticas e discursos. Palavras-chave: Processos Educativos; Práticas Discursivas; Foucault; Paidéia.
Grupos de Pesquisa
Grupo de pesquisa sobre educação e teorias críticas latinoamericanas (GPETECLA/USF), acesse aqui.
Grupo de Pesquisa: Estudos foucaultianos e Educação, acesse aqui.
Professor do PPGSS em Educação da Universidade São Francisco. Realizou estágio de pósdoutoramento em Educação, Cultura e Subjetividade pela Universidade Federal de São Carlos. Realizou também, Pós-doutoramento em Formação de professores, Trabalho docente e Práticas educativas (USF-CAPES (Solidariedade Acadêmica)). É doutor e mestre em Educação pela Universidade São Francisco (USF-CAPES), pós-graduado em Educação Especial com Ênfase em Deficiência Intelectual pelo Centro Universitário Padre Anchieta e graduado em Pedagogia pela Universidade Paulista (PROUNI). Membro da Rede Interinstitucional de Pesquisadores de Desenvolvimento Humano, Educação e Educação Especial em Vigotski (REPEDE).
O professor Daniel Novaes investiga como as mediações pedagógicas na educação (especial) aliadas às tecnologias educacionais impactam o processo educativo. Seus estudos ancoram-se na teoria histórico-cultural de Vygotsky. Em suas pesquisas mobiliza os conceitos: mediação semiótica, desenvolvimento humano, techn(é)ologias e singularidades constitutivas nas práticas pedagógicas com alunos com autismo, deficiência, típicos e atípicos.
Projeto de Pesquisa
Semióticos singulares: mediação pedagógica na educação(especial), desenvolvimento humano e tecnologias educacionais
O projeto problematiza como as mediações pedagógicas na educação(especial) e as tecnologias educacionais afetam o trabalho educativo. Parte da problemática de que as práticas sociais presentes na escola são para todos, mas ao homogeneizar as singularidades constituintes dos sujeitos, aos ‘todos’, estes ‘todos’ se tornam poucos. Estes ‘poucos’ são frutos de uma sociedade de privilégios dos bens (i)materiais, que dizem respeito aos adventos das novas tecnologias como tablets e smartphones, mas que diz respeito, também, ao acesso aos saberes culturais acumulados historicamente. Parece ainda que esses ‘poucos’ privilegiados, tidos como competentes, habilidosos e cumpridores de scores pré-estabelecidos pelos sistemas de ensino caracterizam situações escolares não inclusivas, afinal, qual lugar ocupam os alunos (com deficiência) nos rankings avaliativos? Quais acessos e qualidade de acesso este público tem aos adventos tecnológicos como internet, tablets, smartphones e computador? As propostas pedagógicas que se baseiam nesses adventos das novas tecnologias tornam as práticas sociais mais ou menos inclusivas? Seguindo por estas questões, o projeto mobiliza o escopo da teoria histórico-cultural de Vigotski e seus interlocutores com foco para as problematizações propostas a partir de alguns conceitos: desenvolvimento humano, mediação semiótica e singularidades constitutivas.
Grupos de Pesquisa
Líder do Grupo de Pesquisa e Coletivo de Estudos em Autismo, Educação e Techn(é)ologias
(ARAUETÉ) (USF)
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Pesquisador nos grupos
Grupo de Pesquisa Relações de Ensino e Trabalho Docente - GP Relações De Ensino (USF) Instagram, acesse aqui.
Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação, Subjetividade e Cultura (GEPESC) (UFSCAR)
Grupo de Estudo e Pesquisa em Psicologia Histórico-Cultural (GEPHISC) (UNB)
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Estado, Políticas Educacionais e Formação de Professores/as (EPEFOP) (UEM)
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Licenciada em Pedagogia e Especialista em Gênero e Diversidade na Escola pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). Mestra e Doutora em Educação (PPGE/UFSCar), com estágio de pós-doutoramento no Centro de Educação e Ciências Humanas (UFSCar) com bolsa da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP). Membro da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação (ANPEd), vice coordenadora do GT6 Educação Popular (2023-2025). É professora da Educação Superior, docente do PPGSS Educação e do curso de Pedagogia da Universidade São Francisco (USF), líder do Grupo de Pesquisa Educação Popular, Participação Social e (Re)Existências (USF), vice-líder do Grupo de Pesquisa sobre Educação e Teorias Críticas Latino-americanas (USF) e pesquisadora do Grupo de Pesquisa Práticas Sociais e Processos Educativos (UFSCar).
A professora Fabiana Rodrigues de Sousa investiga processos educativos consolidados em diferentes práticas sociais. Seus estudos e práticas se ancoram nos princípios da Educação Popular, nos aportes do legado de Paulo Freire e nos Estudos de Gênero e Sexualidade em Educação. Suas pesquisas mobilizam os conceitos: diálogo, humanização, gestão democrática, educação problematizadora e educação sexual transgressora, dentre outros.
Educação popular e o legado de Paulo Freire: contribuições para proposição de pesquisas dialógicas e humanizadoras
A presente investigação fundamenta-se nos aportes da Educação Popular e da Pesquisa Participativa latino-americana a fim de desvelar modos de ser, de existir e de produzir conhecimentos encobertos pela colonialidade de gênero/ do ser/do poder/do saber. O objetivo da pesquisa consiste em mapear e analisar a influência do legado de Paulo Freire e dos princípios da Educação Popular para a proposição de práticas educativas dialógicas, humanizadoras e problematizadoras, a fim de fazer frente à lógica neoliberal. Almeja-se, portanto, levantar subsídios teórico-metodológicos que possam colaborar com o processo de construção de uma corrente crítica nas ciências humanas, que afirma a educação como um direito e que busca aliar conhecimentos populares e conhecimentos científicos com vista à promoção da equidade social.
Grupos de Pesquisa
Educação popular, participação social e (re)existências (EDUPOPS), acesse aqui.
Bacharel (2009) e licenciada (2010) em Ciências Sociais na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Mestre (2013) e Doutora (2018) em Educação pela UFRJ, na Linha de Política e Instituições Educacionais. Realizou estágio pós-doutoral (2019-2024) no Programa de PósGraduação em Educação da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio). Membro da Rede de Estudos sobre Implementação de Políticas Públicas em Educação, vice-líder do Grupo de Pesquisa Gestão e Qualidade da Educação (GESQ/PUC-Rio) e membro do Grupo de Estudo e Pesquisa em Ética, Política e História da Educação Brasileira (GEPHEB/USF). Tem experiência com pesquisas qualitativas e quantitativas. Atua nos campos da Sociologia da Educação e da Políticas Educacionais.
A professora Karina Carrasqueira realiza pesquisas que têm como temática central o estudo das desigualdades educacionais no Brasil, tendo como objetivos gerais: compreender o processo histórico-social das desigualdades estudadas, verificar o impacto das políticas públicas na promoção da equidade e identificar os efeitos sociais e educacionais do ingresso de grupos antes excluídos nos diversos níveis do sistema educacional.
Sociologia, políticas públicas e desigualdades de oportunidades educacionais
Este projeto tem como objetivo principal investigar as desigualdades de oportunidades educacionais no sistema educacional brasileiro. Para isso, se fundamenta na Sociologia da Educação dos séculos XX e XXI, em particular, na Sociologia das Desigualdades Educacionais, na Teoria da Reprodução e na Pesquisa em Eficácia Escolar, em interlocução com estudos de outras áreas da Sociologia (Sociologia Urbana, Estratificação Social) e da Pedagogia (formação de professores, currículo), na Ciência Política, na Administração Pública e na Gestão Educacional. Compreendemos as oportunidades a partir das dimensões do acesso, da permanência, do tratamento e da aprendizagem. As desigualdades serão observadas na comparação entre grupos socioeconômicos, sócio-espaciais, de gênero, étnicos, geracionais, entre outros. Procura-se, nesse sentido, compreender o processo histórico-social das desigualdades estudadas, verificar o impacto das políticas públicas na promoção da equidade e identificar os efeitos sociais e educacionais do ingresso de grupos antes excluídos nos diversos níveis do sistema educacional. A metodologia proposta é mista, valendo-se de métodos qualitativos e quantitativos de investigação para uma análise mais profunda dos processos e mais abrangente das tendências dos fenômenos da desigualdade educacional, com a utilização de dados primários de entrevistas com alunos, professores e gestores escolares e dados secundários provenientes do INEP, Secretarias de Educação e instituições educacionais.
Palavras-chave: desigualdades educacionais, sociologia da educação, políticas públicas educacionais, pesquisa quali-quanti.
Grupos de Pesquisa
Gestão e Qualidade da Educação (GESQ/PUC-Rio)
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Grupo de Estudo e Pesquisa em Ética, Política e História da Educação Brasileira (GEPHEB/USF)
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Possui graduação em Letras pela Universidade Estadual de Campinas (1991), graduação em Ciências Sociais pela Universidade Estadual de Campinas (1994), mestrado em Lingüística Aplicada pela Universidade Estadual de Campinas (2002), doutorado em Lingüística Aplicada pela PUC-SP,. Fez um estágio de doutorado em Ciências da Educação - Universite de Génève (2006), sob a orientação do professor Jean-Paul Bronckart, realizou estudos de pós-doutoramento a) sobre Letramento na Unicamp, sob a supervisão da profa. Angela Kleiman, b) sobre a didática do oral, na Haute École Pédagogique de Lausanne (Suíça), sob a supervisão de Roxane Gagnon. É líder do grupo ALTER-LEGE, sediado na USF, e vice-líder do grupo ALTER-AGE (Análise da Linguagem, Trabalho Educacional e suas Relações; e Aprendizagem, Gêneros textuais e Ensino), sediado na USP-SP. É uma das coordenadoras do Laboratório Brasileiro de Oralidade, Formaçaõ e Ensino, que reúne pesquisasofres brasileiros e alguns estrangeiros que se voltam à temática da oralidade e dos gêneros orais. Membro do Comitê de Ética. Tem experiência nas áreas de Educação e Lingüística Aplicada.
A professora Luzia Bueno desenvolve pesquisas principalmente sobre os seguintes temas: ensino de gêneros textuais (orais escritos), letramento, leitura e escrita, formação e trabalho do professor.
Laboratório de Letramento Acadêmico e gêneros textuais no curso de Pedagogia: (des) construções de relações de alunos e professores com a escrita acadêmica em suas articulações com a leitura e a oralidade
Descrição: É crescente o número de trabalhos sobre letramento na área de Educação, principalmente em relação à educação básica, mas ainda há uma carência de estudos voltados para o letramento acadêmico no nível superior. Foca-se, neste projeto de pesquisa, nas ações de um Laboratório de Letramento Acadêmico articulado ao curso de Pedagogia de uma universidade privada e confessional, pois os laboratórios podem contribuir muito para a formação de professores, já que podem permitir a apropriação dos textos pelos quais se constrói e se divulga o do discurso científico. Assume-se como como objetivo geral: investigar a potencialidade formativa das ações (online e presenciais) de um laboratório de letramento acadêmico, ligado ao curso de Pedagogia, para aprimorar as relações com a escrita acadêmica, em suas articulações com a leitura e a oralidade de estudantes de pedagogia e de professores. E como objetivos específicos: Verificar e analisar as relações de alunos e de professores universitários com a escrita acadêmica ao iniciarem as suas participações nas ações do Laboratório de Letramento acadêmico; Verificar e analisar as relações de alunos e de professores universitários com a escrita acadêmica ao finalizarem as suas participações nas ações do Laboratório de Letramento acadêmico; Propor e analisar ações de formação dos tutores que atuarão no Laboratório de Letramento acadêmico; Elaborar e investigar materiais didáticos, junto com os tutores, sobre gêneros acadêmicos, demandados pela comunidade universitária. Propor e analisar oficinas e atendimentos coletivos ou individuais dos tutores para os estudantes e professores sobre a escrita acadêmica; investigar as ferramentas digitais mobilizadas nas várias ações e suas contribuições para a apropriação da escrita acadêmica. Como referenciais teóricos, toma-se a perspectiva histórico-cultural e assumese o letramento enquanto prática social (Kleiman, 1995, 2006, 2007, 2016; Street, 1984, 2014; Barton E Hamilton, 2004), o Interacionismo Sociodiscursivo (Bronckart, 1999, 2006, 2008, 2019) articulado às discussões das Ciências do Trabalho (Ergonomia da Atividade e Clínica da Atividade), conforme Clot (2006, 2010), Clot et al. (2021) e Saujat (2004).
Grupos de Pesquisa
Análise de Linguagem, Trabalho Educacional e suas Relações de Letramento, Gêneros Textuais e Ensino (ALTER-LEGE), acesse aqui.
Pós-Doutoramento pela Universidade de Wisconsin-Madison, doutora em Linguística Aplicada pela UNICAMP, mestre em Linguística e Língua Portuguesa pela UNESP e graduada em Letras pela UNESP. Professora do PPGSS Educação/USF, atuando na linha de Educação, Sociedade e Processos Formativos, com os seguintes temas: discurso político educacional (incluindo as avaliações externas PISA, Agenda 2030), agências nacionais e internacionais influenciadoras de políticas, currículo, produção de identidades e subjetividades em Educação e discursos contemporâneos sobre a educação. É líder do Grupo de Pesquisa Estudos Foucaultianos e Educação, certificado pelo CNPq. Tem artigos em periódicos e capítulos de livros, em âmbito nacional e internacional. É editora de texto da Revista Horizontes-USF e editora da série de livros (Post-)Critical Global Childhood Youth Studies da editora Peter Lang. Bolsista PQ III CNPq. 2023-2026.
As pesquisas da professora Márcia Aparecida Amador Mascia têm como escopo teórico a perspectiva discursiva e os estudos pós-críticos e centram-se nos seguintes eixos: políticas educacionais (ensino básico e educação superior), órgãos transnacionais reguladores de políticas, efeitos do neoliberalismo na educação e questões emergentes de práticas educativas no contexto contemporâneo.
Projetos de Pesquisa
Políticas Públicas de Educação e Subjetividades Contemporâneas: Análise Discursiva
A partir do escopo teórico discursivo (Pêcheux e Orlandi), na interface dos estudos arquegenealógicos de Foucault e outros autores pós-críticos (Bhabha, Mbembe), com insights da psicanálise (Freud e Lacan), este projeto de pesquisa tem como proposta levantar e analisar as emergências de subjetividades e identidades educacionais contemporâneas dos discursos que atravessam as políticas públicas de Educação, no Brasil e no mundo. Propomo-nos a responder às seguintes perguntas de pesquisa: quais os efeitos de sentido, no que tange à constituição do sujeito da educação no Brasil, que emergem nos discursos dos documentos das políticas públicas contemporâneas? Ou ainda, em que medida os discursos dos documentos instauram novos regimes de verdade no tange ao estatuto do sujeito em Educação no Brasil? Como tais documentos atuam como novas formas de governamentalidade na Educação, enquanto práticas discursivas de tensão entre inclusão e exclusão? Pretendemos trabalhar com práticas discursivas educacionais formais e não-formais: discurso político educacional (incluindo as avaliações externas PISA, Agenda 2030), agências nacionais e internacionais influenciadoras de políticas, currículo, produção de identidades e subjetividades em Educação e discursos contemporâneos sobre a educação na Pandemia e pós-pandemia, educação a distância, ensino híbrido, educação em contexto de violência e de pobreza. Almejamos trazer à tona os conflitos geralmente apagados e camuflados que compõem a racionalidade que sustenta as políticas públicas educacionais nacionais e internacionais em Educação, problematizando-os à luz dos estudos pós-críticos, no intuito de melhor entender as relações contemporâneas instauradas no âmbito nacional. Esperamos que nossos resultados possam alcançar os líderes responsáveis pelas políticas de Educação do Brasil, de modo a melhor contribuir para a educação do século XXI, em nosso país.
Grupos de Pesquisa
Grupo de Pesquisa: Estudos foucaultianos e Educação, acesse aqui.
Instagram, acesse aqui.
É graduada em Letras (2001), Mestre (2005) e Doutora em Educação (2014) pela Universidade São Francisco. É docente do programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Educação – Mestrado e Doutorado – dessa mesma universidade desde setembro de 2014. Atua na linha de pesquisa intitulada “Formação de Professores, Trabalho Docente e Práticas Educativas” e participa de vários grupos de pesquisa: ALTER-AGE – USP/CNPQ (Análise da Linguagem, Trabalho Educacional e suas Relações; Aprendizagem, Gêneros Textuais e Ensino); GPLIMES USP/CNPQ (Grupo de Pesquisa Linguagem, Memória e Subjetividade); é líder do grupo GPLIDE (Grupo de Pesquisa Linguagem, Interação e Diálogos em Educaçã); vice-líder do grupo ALTER-LEGE USF/CNPQ (Análise da linguagem, Trabalho Educacional e suas Relações; Letramento, Gêneros Textuais e Ensino) e více-líder também do grupo Relações de Ensino e Trabalho Docente – USF/CNPQ. Suas pesquisas têm como foco a relação entre linguagem e ensino de língua materna, as práticas de letramento e o desenvolvimento e análise de materiais didáticos e a formação de professores. Tem experiência nas áreas de Educação, atuando principalmente com os seguintes temas: Leitura, Escrita, Alfabetização, Letramento, Gêneros Textuais, Narrativas, Formação
Docente.
A professora Milena Moretto realiza pesquisas que têm como foco: 1) a relação entre linguagem e ensino; 2) as práticas sociais de leitura e escrita; 3) o letramento acadêmico; 4) o desenvolvimento e a análise de materiais didáticos; e 5) a formação docente. Seus estudos e pesquisas são fundamentados na perspectiva histórico-cultural e enunciativo-discursiva.
Projetos de Pesquisa
Práticas de leitura e escrita na educação básica e superior
O presente projeto de pesquisa tem como objetivo investigar as práticas de trabalho com a leitura e escrita em contextos escolares. Tem como objetivos específicos: 1) analisar as práticas de letramento que são desenvolvidas no ensino básico e superior; 2) analisar as potencialidades (ou não) de materiais didáticos no que diz respeito ao desenvolvimento de diferentes capacidades de linguagem relacionadas à leitura e à escrita; 3) discutir a elaboração de sequências didáticas que possibilitem o desenvolvimento da produção de diferentes gêneros textuais. Pautamo-nos, em nossas investigações, na perspectiva histórico-cultural, enunciativa/ discursiva e no interacionismo sociodiscursivo que consideram a linguagem como dialógica e os sujeitos como seres constituídos no processo social, cultural, histórico e ideológico. Utilizamos como procedimentos metodológicos a abordagem qualitativa para a produção e análise dos dados levando em consideração a análise enunciativa dos momentos interativos que ocorrem no ambiente de sala de aula. O resultado de nossas pesquisas contribui para os grupos aos quais se filia: GPLIDE (Grupo de Pesquisa Linguagem, Interação e Diálogos em Educação) coordenado por Milena Moretto e Renata Helena Pucci; Círculo de Bakhtin (coordenado por Fábio Marques de Souza e Ivo Di Camargo Junior); ALTER-AGE (Análise de Linguagem, Trabalho Educacional e suas Relações - Aprendizagem, Gêneros Textuais e Ensino) coordenado pelas professoras Eliane Gouvêa Lousada e Luzia Bueno; ALTER-LEGE (Análise da Linguagem, Trabalho Educacional e suas Relações: Letramento, Gêneros Textuais e Ensino) coordenado pelas professoras Luzia Bueno e Milena Moretto (USF); Relações de Ensino e Trabalho Docente, coordenado pelas professoras Ana Paula de Freitas e Daniela dos Anjos e Grupo de Pesquisa Linguagem, Memória e Subjetividade (GPLIMES) coordenado pela profa. Elizabeth dos Santos Braga.
Constituição e formação docente: uma análise das práticas de formação inicial e continuada
O presente projeto de pesquisa tem como objetivo compreender o processo de constituição e formação docente. Tem ainda como objetivos específicos: 1) analisar como os sujeitos vão se constituindo como professores a partir de suas relações com o outro durante suas trajetórias de vida; 2) compreender de que forma ocorre o desenvolvimento profissional de professores da educação básica e superior; 3) compreender as condições concretas do trabalho do professor nos contextos dos quais ele faz parte; 4) analisar as relações e sentidos que emergem na interação com o outro e como esse processo contribui para o ensino-aprendizagem. Pautamo-nos, para essas investigações, na perspectiva histórico-cultural e enunciativo-discursiva, bem como nas considerações do método autobiográfico. O resultado de nossas pesquisas contribui para os grupos aos quais se filia: GPLIDE (Grupo de Pesquisa Linguagem, Interação e Diálogos em Educação) coordenado por Milena Moretto e Renata Helena Pucci; Círculo de Bakhtin (coordenado por Fábio Marques de Souza e Ivo Di Camargo Junior); ALTER-AGE (Análise de Linguagem, Trabalho Educacional e suas Relações - Aprendizagem, Gêneros Textuais e Ensino) coordenado pelas professoras Eliane Gouvêa Lousada e Luzia Bueno; ALTER-LEGE (Análise da Linguagem, Trabalho Educacional e suas Relações: Letramento, Gêneros Textuais e Ensino) coordenado pelas professoras Luzia Bueno e Milena Moretto (USF); Relações de Ensino e Trabalho Docente, coordenado pelas professoras Ana Paula de Freitas e Daniela dos Anjos e Grupo de Pesquisa Linguagem, Memória e Subjetividade (GPLIMES) coordenado pela profa. Elizabeth dos Santos Braga.
Grupos de Pesquisa
Grupo de Pesquisa Linguagem, Interação e Diálogos em Educação (GPLIDE), acesse aqui.
O Círculo de Bakhtin em diálogo, acesse aqui.
Análise da Linguagem, Trabalho Educacional e suas Relações, Letramento, Gêneros textuais e Ensino (ALTER – LEGE), acesse aqui.
Relações de Ensino e Trabalho Docente, acesse aqui.
Análise de Linguagem, Trabalho Educacional e suas Relações - Aprendizagem, Gêneros Textuais e Ensino (ALTER-AGE), acesse aqui.
Grupo de Pesquisa Linguagem, Memória e Subjetividade (GPLIMES), clique aqui.
Docente e pesquisadora do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu (PPGSS) em Educação da Universidade São Francisco (USF), na linha de pesquisas em Formação de Professores, Trabalho Docente e Práticas Educativas. Mestre e Doutora em Educação pela Universidade Metodista de Piracicaba (PPGE/UNIMEP), com pós-doutorado em Educação na mesma Universidade. Graduada em Comunicação Social e Licenciada em Letras Português/Inglês. É líder do Grupo de Pesquisa Histórias de Vida, Narrativas e Subjetividades - HiNaS (USF), vice-líder do Grupo de Estudos e Pesquisas em Formação de Professores - GEPEFOP (UNIFESP) e vice-líder do Grupo de Pesquisa Linguagem, Interação e Diálogos em Educação - GPLIDE (USF). Desenvolve pesquisas nos seguintes temas: formação de professores, trabalho docente, políticas públicas educacionais, análise discursiva e práticas educativas.
A Profa. Renata Pucci investiga a formação de professores, o trabalho docente e as práticas educativas na relação com as políticas públicas educacionais. O escopo teórico-metodológico mobilizado em suas pesquisas envolve a Teoria Histórico-Cultural, a perspectiva enunciativodiscursiva e a abordagem da pesquisa (com) narrativa.
Projetos de Pesquisa
A formação docente diante das políticas educacionais contemporâneas: sentidos produzidos sobre/nos processos formativos
O presente projeto situa-se no âmbito das pesquisas sobre a formação docente. Com a implementação das políticas educacionais contemporâneas, como: a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), que traz as competências que os alunos devem desenvolver e os conteúdos a serem ensinados, à luz dos quais os estados e municípios devem elaborar/adequar seus currículos; e o Novo Ensino Médio (NEM), calcado na promessa, nunca cumprida, de escolha, interdisciplinaridade e flexibilização dos conteúdos escolares para os jovens, questiona-se: a. como essas mudanças influenciam as características da formação inicial, nas universidades, e continuada, nas escolas?; b. qual o espaço de autonomia e autoria docente?; c. qual o papel atribuído à educação, à escola e ao professor? O objetivo aqui buscado é conhecer e analisar os sentidos produzidos por docentes sobre os processos formativos vivenciados no âmbito das escolas e universidades no contexto contemporâneo. Parte-se do princípio de que o conhecimento dos discursos dos documentos oficiais que envolvem a prática docente quando confrontados com o conhecimento teórico-crítico historicamente produzido na literatura científica da área da Educação, contribui para ampliar o repertório dos docentes, fomentar a reflexão e a colaboração entre os sujeitos, incentivando a investigação da prática docente e de seu processo contínuo de formação. Nesse sentido, o objeto do estudo é o discurso dos sujeitos em formação e, para tanto, os procedimentos metodológicos utilizados são as entrevistas, os relatos e narrativas produzidas pelos sujeitos. O referencial teórico para o desenvolvimento e análises deste estudo fundamentase em contribuições de Vigotski, na perspectiva histórico-cultural e do Círculo de Bakhtin, na filosofia da linguagem, que compreendem o desenvolvimento humano como social, cultural, que toma forma em contextos concretos, na correlação com a alteridade, uma vez que a constituição do sujeito e da consciência é social e mediada pela linguagem.
A constituição para a docência na formação inicial: um olhar para as relações
O projeto de pesquisa insere-se no campo de estudos da formação de professores, tendo como objeto de estudo a formação para a docência no curso de Pedagogia. Desde a implementação da Base Nacional Comum Curricular, políticas de formação docente vêm sendo publicadas para alinhar a formação de professores à BNCC, não sem resistência e críticas da comunidade acadêmica. As mais recentes Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação Inicial em Nível Superior de Profissionais do Magistério da Educação Escolar Básica, de 2024, ainda são estudadas por pesquisadores da área, mas já provocam alterações no currículo dos cursos de licenciaturas, incluindo o curso de Pedagogia. A formação docente, conforme a compreendemos neste estudo, vai para além da aquisição de competências e abrange os conhecimentos singulares da profissão docente que, na formação inicial, começam a ser desenvolvidos e refletidos desde o primeiro encontro com outros, é para esse percurso que proponho olhar, com o objetivo de compreender a constituição para a docência de discentes do curso de Pedagogia nas relações estabelecidas nesse contexto, ancorado nas perspectivas teóricas histórico-cultural e enunciativo-discursiva, e tendo como aporte metodológico a abordagem (auto)biográfica.
Grupos de Pesquisa
Grupo de Pesquisa Histórias de Vida, Narrativas e Subjetividade (HiNaS)
Grupo de Estudos e Pesquisas em Formação de Professores (GEPEFOP)
Grupo de pesquisa linguagem, interação e diálogos em educação (GPLIDE)
Possui estágio de pós-doutoramento em Educação, na linha de pesquisa História e Filosofia da Educação, pela Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas-Unicamp. É Doutora em Educação, na área de concentração de Fundamentos da Educação, pela Universidade Federal de São Carlos-UFSCar, Mestre em Educação pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas-PUCCamp, Pedagoga e Especialista em Educação pelo Instituto de Ensino Superior de Mococa-IESMoc. Docente vinculada do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Educação (2020-atual), vinculada à linha de pesquisa: Educação, Sociedade e Processos Formativos. Editora Chefe da Revista Horizontes/USF. Coordenadora da Comissão de Ética em Pesquisa e Integridade Anped. Líder do Grupo de Estudos e Pesquisas em Ética, Política e História da Educação Brasileira. Membra e colaboradora do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Fundamentos da Educação pela Universidade Federal de Uberlândia-UFU. O foco de suas pesquisas recai sobre os Fundamentos da Educação, sob o enfoque da Ética em Educação, em Pesquisa e Integridade; da História da Educação Brasileira e da História das Instituições Escolares e de Política Educacional.
A professoa Sônia Aparecida Siquelli estuda, pesquisa, orienta projetos de pesquisas que recai sobre os Fundamentos da Educação, sob o enfoque da Ética em Educação, em Pesquisa e Integridade; da História da Educação Brasileira e da História das Instituições Escolares e de Política Educacional.
Projetos de Pesquisa
A dimensão ética formativa da integridade em pesquisa de Educação
Este projeto vem inaugurar a iniciativa do Grupo de Estudo e Pesquisa em Ética, Política e História da Educação Brasileira- GEPHEB, cadastrado no CNPQ, de tornar livre acesso a participação de jovens pesquisadoras e pesquisadores de Iniciação Científica, Mestrado e Doutorado em Educação interessados na formação do pesquisador quanto a integridade em pesquisa. Entendendo o ofício do pesquisador como fruto de uma constituição histórica e
filosófica, que corroboram para forjar as ações do pesquisador em fundamentos éticos que se constroem na alteridade presente no contexto da investigação dentro de instituições escolares da
Educação Básica, do Ensino Superior e da pós-graduação stricto sensu. Indagar na formação destes pesquisadores quais ações são desenvolvidas, capazes de provocar uma consciência ética do entendimento de que cuidar de atitudes éticas dos projetos de pesquisas, que envolvam seres humanos como participantes, vão além de conhecimentos de resoluções que garantam a regulação das ações do pesquisador. A hipótese é de que ao falar em integridade na pesquisa em Educação é o mesmo que remeter o pesquisador ao conhecimento das Resoluções 466/12 a 510/16, entre outras normativas, entendendo que postura ética do pesquisador é objeto de regulação e ignorando que a integridade ética se estabelece na alteridade entre o pesquisador e seus participantes, sejam adultos, jovens e ou crianças. A metodologia de natureza qualitativa trabalhará com dois momentos distintos, o primeiro uma revisão de literatura sobre integridade em pesquisa de educação, abordando a relação das legislações produzidas desde o final do século XX, como as resoluções de ética em pesquisa, evidenciando o enfoque instrumental dado a pesquisa, desde o protocolo do projeto para revisão ética na Plataforma Brasil à formação permanente sobre a integridade na pesquisa, em discussões restritas ao GEPHEB. Em seguida, através da técnica do grupo focal, levantar com pesquisadores acerca de qual momento é abordado em sua formação a integridade em pesquisa. Espera-se desencadear ações, a partir do estudo e investigação realizada, que despertem a consciência por parte do pesquisador em educação, de que a pesquisa não termina no momento da defesa, mas que a devolutiva aos participantes da pesquisa, das mais diferentes formas, também faz parte da postura quanto a integridade na pesquisa do pesquisador. Palavras chave: Integridade em Pesquisa. Ética. Formação do Pesquisador. Pesquisa em Educação. Alteridade.
O papel da História da Educação de Instituições Escolares na formação da sociedade brasileira em diferentes contextos
O presente projeto de pesquisa situa-se no campo da História da Educação Brasileira em Instituições Escolares e tem como objeto congregar projetos orientados no interior do Grupo de Estudo e Pesquisa em Ética, Política e História da Educação Brasileira- GEPHEB, que objetiva a investigar as possíveis conservações e transformações ocorridas nas instituições escolares de ensino de formação, da Educação Básica ao Ensino Superior, que marcam a constituição da sociedade brasileira, em diferentes períodos históricos, políticos e sociais. Indagar qual o compromisso histórico e político da formação educacional em diferentes períodos e contextos de fenômenos educacionais. Evidenciar o enfoque dado aos diferentes métodos de pesquisa histórica empregados para contribuição do avanço da pesquisa na área e na educação brasileira. Tem o cuidado de ir às fontes primárias e secundárias evidenciando na descrição de sua constituição as possíveis análises possibilitadas. De eleger seus instrumentos de pesquisa e descrevê-los em sua prioridade o que é capaz de evidenciar sobre o que se conserva ou o que se transforma a na formação educacional, no diálogo com os fundamentos históricos para os estudos de políticas públicas educacionais, que privilegiam a igualdade de acesso, de permanência e de qualidade da educação, ocorridas nas mais variadas instituições escolares, sob os variados temas de pesquisa de instituições de Educação Básica ao Ensino Superior. Palavras-chave: História da Educação; Instituição Escolar; Formação; Políticas Educacionais..
Grupos de Pesquisa
Grupo de Estudos e Pesquisas em Ética, Política e História da Educação Brasileira (GEPHEB), acesse aqui.
Núcleo de Estudos e Pesquisas em Fundamentos da Educação, acesse aqui.